Dois anos após historiar a gênese da obra fonográfica da banda brasiliense Legião Urbana no livro Discobiografia legionária (Leya, 2016), a jornalista fluminense Chris Fuscaldo planeja lançar no segundo semestre deste ano 2018 um livro no mesmo gênero e com formato similar.

Desta vez, o objeto de análise é a obra fonográfica do grupo paulistano Os Mutantes, iniciada há 50 anos com a edição do álbum Os Mutantes (Polydor, 1968), um dos títulos fundamentais dessa obra fonográfica de espírito tropicalista. Previsto para agosto, o livro Discobiografia Mutante ? Álbuns que revolucionaram a música brasileira é o resultado de pesquisa e de entrevistas feitas pela jornalista desde 2002.

Além de comentar os álbuns dos Mutantes, com ênfase em histórias sobre as sarcásticas capas dos LPs, a autora aborda no livro alguns discos das obras individuais de Arnaldo Baptista e Rita Lee.

A propósito, cabe lembrar que o álbum Hoje é o primeiro dia do resto de sua vida (Polydor, 1972) ? creditado como um disco solo da vocalista do grupo por questões jurídicas ? é, na realidade, um álbum gravado pelos Mutantes. A rigor, foi o último com a formação clássica do grupo, cuja discografia compreende 14 álbuns lançados entre 1968 e 2013 (doze foram gravados em estúdio, sendo que o último, Fool metal Jack, saiu há cinco anos por selo dos Estados Unidos).

Para viabilizar a edição do livro Discobiografia Mutante ? Álbuns que revolucionaram a música brasileira, Fuscaldo promove campanha de financiamento coletivo.


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