Esquema que será usado durante o exame será discutido com o Ministério da Segurança Pública e com o Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Ministro da Educação fala sobre segurança no Enem

O ministro da Educação Rossieli Soares afirmou que na manhã desta segunda-feira (16) que a segurança é uma preocupação do governo federal na realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no Rio de Janeiro e que o Estado receberá atenção nesse sentido.

?Nós vamos discutir isso com a equipe do Ministério da Segurança, com a Polícia Federal e com o próprio Governo do Estado do Rio de Janeiro?, destacou o ministro.

Segundo Soares, já existe um mapeamento que é constantemente atualizado sobre quais os locais do RJ e do país que necessitam de uma atenção maior durante a realização do exame. ?Temos já um mapeamento de onde é mais necessário e onde se requer mais segurança?.

Segundo o titular da pasta, os mecanismos de segurança estão sendo constantemente atualizados.

?Desde o ano passado já se colocou outros indicadores de segurança. A prova já vem com o nome do aluno, por exemplo, até equipamentos propriamente usados na entradas das escolas?, contou Soares.

Estruturalmente, a prova será semelhante a do ano passado. ?Nós temos poucas mudanças para este ano. O Enem está garantido no mesmo formato do ano passado com dois dias em dois fins de semana para dar tranquilidade aos estudantes?.

Além do Enem, o ministro destacou a importância de parcerias com as instituições de ensino de outras esferas de governo, com atenção especial durante o período de intervenção na segurança pública. "O Ministério da Educação tem investido em parcerias com as escolas estaduais e municipais do Rio de Janeiro e da região próxima para que tenham ações voltadas para a cultura, para o esporte".

Na capital fluminense, o ministro visitou o Instituto Benjamin Constant, instituição federal referência na educação e tratamento de pessoas com deficiência visual. Ele tratou dos detalhes de um convênio que permitiria a realização de mais cirurgias de catarata em convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS).

"Temos uma residência em oftalmologia que carece de recursos humanos", afirmou João Ricardo Melo Figueiredo, diretor-geral do Instituto Benjamin Constant, que destacou que a instituição precisaria da adesão de 30 profissionais de saúde a mais para conseguir realizar cirurgias pelo SUS.

Porém, o diretor acredita que a instituição poderia fazer a diferença na diminuição da fila de pessoas que esperam por uma operação, podendo chegar a mil cirurgias por mês.


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