Hábil partideiro das rodas de samba do Rio de Janeiro, projetado em escala nacional na segunda metade da década de 1990 como discípulo de Zeca Pagodinho, o cantor, compositor e músico carioca Dudu Nobre anda pisando em outros terreiros. Na sequência do lançamento do primeiro álbum instrumental, Cavaco de Natal (2017), o artista volta ao mercado fonográfico com single com remix do samba-exaltação Aquarela do Brasil (Ary Barroso, 1939).

Intitulado O cavaco foi pra pista, o remix lançado pelo selo Austro na última sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018, anuncia projeto de Dudu Nobre voltado para a música eletrônica.

Com a palavra, o próprio Dudu: ?Eu sempre curti muito música eletrônica. E comecei a ver uma tendência muito bacana de misturar sonoridades características de algumas regiões com a música eletrônica. Aí surgiu a ideia de fazer esse trabalho. Numa boate em Miami, vi um cara tocando violino com percussionista e um DJ. Isso foi amadurecendo minha ideia. Estou trabalhando neste projeto instrumental e eletrônico desde 2012. A coisa foi fluindo até chegar a essa faixa, que gravei no meu estúdio", explica Dudu Nobre.


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