A onda é a da surf music da década de 1960. Mas sem a harmonia vocal dos Beach Boys. No som dos Beach Combers, trio formado em 2009 na cidade do Rio de Janeiro (RJ), a surf music vem também na onda do garage rock, com pegada visceral e com alguma dose de psicodelia. À moda do Rio, mas com a bossa do rock instrumental.

Sim, Bernar Gomma (guitarra), Lucas Leão (bateria) e Paulo Emmery (baixo) são cariocas e fazem surf rock instrumental. Olha o jeitinho deles andarem, com o uniforme da banda, na foto de Felipe Diniz que estampa a capa do segundo álbum do grupo para o mercado brasileiro, Beach attack, lançado nesta última semana de janeiro de 2018, via Deck, em edição digital e nos formatos de CD, LP e (até) fita cassete. Aliás, o título do disco, Beach attack, reproduz o termo com que ficaram conhecidos os shows do trio nas ruas e praias da partida cidade do Rio de Janeiro (RJ).

Sucessor do álbum Ninguém segura os Beach Combers (2016), lançado há dois anos de forma independente, Beach attack alinha 13 músicas no repertório essencialmente autoral. Go go Beach Combers expõe já na abertura a pegada forte do som do grupo. A maldição de Montezuma, Carta de sangue, Gambiarra, Rei da praia e Rockstar da Lapa são outras músicas gravadas ao vivo, na pressão.

Guitarrista do grupo Pata de Elefante, Gabriel Guedes foi convocado para reforçar Beach attack. A onda dos Beach Combers é alta!


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