Alison Wonderland, FTampa, DVBBS, Galantis e Alok foram as principais atrações nesta sexta-feira de festival em SP.

O Palco Perry parece um universo paralelo no mar de chapéus, óculos de sol e camisetas xadrez do Lollapalooza. Com line-up voltado para música eletrônica, o espaço atraiu os que piram ao ouvir os drops combinados com uma iluminação poderosa.

Neste primeiro dia de festival, os DJs Sevenn, Kyle Watson, FTampa, Shiba San, What So Not, Alison Wonderland, DVBBS, Galantis e Alok tocaram para uma turma considerável desde o começo do primeiro dia do festival.

O brasileiro FTampa fez um set com mashups como o que uniu "Candy Shop", do 50 Cent, e "Can't Feel My Face", de The Weeknd.

"Hoje é sexta, tá cedo, mas a galera veio mesmo", disse ao G1 nos bastidores. Ele lembrou da primeira vez que tocou em 2014. "Cheguei aqui sozinho, fiquei no camarim e toquei. Hoje já tenho uma equipe, estrutura", conta o DJ. Ele ficou para ver Galantis e Red Hot Chili Peppers.

Alok toca "Play Hard" no palco Perry's, no Lollapalooza 2018

Teve até 'Bum bum tam tam'

Algumas horas depois, Alison Wonderland subiu ao palco. Teve até "Bum Bum Tan Tan" no set, a DJ australiana surpreendeu com funk.

Com a bandeira brasileira no pescoço, ela falou que "queria tocar aqui para sempre". Além de sua nova música "Church", a DJ tocou "New Rules", da cantora inglesa Dua Lipa.

Na grade desde o começo do festival, Benício Viana, 18 anos, não sentiu o cansaço bater. "Quando a pessoa gosta não tem como", conta o estreante no Lolla.

Em todo este tempo, ele se alimentou de salgadinhos e biscoitos. Foi o combustível para ter forças para ver atração mais esperada por ele: DDVBS.

Alok toca "Lions In The Wild" no palco Perry's, no Lollapalooza 2018

Atmosfera diferente

A combinação de luz e som é um diferencial perceptível do Palco Perry. Seguindo a pulsação da música, as luzes contribuem para o frenesi coletivo. "Se não fossem as luzes, seria só a batida e isso eu escuto em casa", explica o estudante Calvin Henrique.

Ele disse que o investimento nos três dias do festival vale a pena. "É uma coisa que me faz bem. Você vê uma pessoa com a camiseta de um DJ que você gosta, aí você já faz amizade". Ele só saiu do palco Perry para ver Red Hot Chili Peppers.

*Sob supervisão de Braulio Lorentz


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