Intervenção, que marcou o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil no estado, aconteceu nesta terça-feira (12) em via do Centro de Macapá.

Com a intenção de alertar a população sobre os males da exploração da mão de obra de crianças, foi realizado nesta terça-feira (12), Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, uma blitz educativa em ruas do Centro Comercial de Macapá. Ao todo, foram distribuídas 500 revistas ilustradas e sacolas de apoio recicláveis para automóveis, distribuídas .

Como nesta terça-feira também é comemorado o Dia dos Namorados, a Secretaria de Estado da Inclusão e Mobilização Social (Sims) optou fazer a blitz, justamente para lembrar a sociedade sobre o problema que é uma realidade, principalmente por quem transita no Centro da capital.

"Estamos aqui num lugar onde, infelizmente, é comum vermos crianças trabalhando. Nossa intenção é de não deixar essa data despercebida, afinal, além da família, órgãos públicos, o combate ao trabalho infantil é também uma responsabilidade da sociedade", comentou Nazaré farias, titular da Sims.

De forma lúdica, a revista em formato ilustrado, informa os problemas causados na formação dessas crianças que perdem a infância, estando em ambientes perigosos, sem nenhum amparo.

De acorco com dados levantados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em 2015, o Amapá registrou oito mil crianças em condição de trabalho infantil.

Programas sociais e de assistencialismo

De acordo com a Sims, instituições públicas como Corpo de Bombeiros Militar do Amapá (CBM), a Polícia Militar (PM), trabalham com projetos de formação cultural e esportiva extra classe, como o "Peixinhos Voadores", "Bombeiro Mirim" e "Bombeiro Mirim Músico".

Outros desses projetos acontecem dentro da sala de aula, como o "Programa Educacional de Resistência às Drogas" (Proerd), o "Alozinho", entre outros.

"A cultura e o esporte são fatores muito importantes para uma formação saudável de crianças e adolescentes. Além de tirar esses jovens de risco social, talentos também são descobertos", enfatiza.

Na assistência social, há programas de apoio à família. Como os de encaminhamento para áreas de habitação, transferências de renda e suporte para famílias que estão abaixo do nível da pobreza.

"Essas políticas públicas cuidam da criança, desde o nascimento até a adolescência. Por isso é importante toda a sociedade tenha essa informação, uma vez que há alternativas que podem tirar essas crianças da rua", finaliza a titular da Sims.

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