No futuro próximo a OTAN corre o risco de perder sua supremacia aérea, se lê na nova Estratégia Conjunta da Força Aérea (JAP, sigla em inglês) da aliança.

Segundo a estratégia, as principais ameaças que se colocam à aliança são os modernos sistemas de defesa antiaérea, bem como os meios espaciais. 

"Reconhecemos que as dezenas de operações aéreas indiscutíveis [quanto à supremacia] podem acabar", escreveu o serviço de imprensa da OTAN.

A nova estratégia descreve as condições atuais e futuras em que as forças aéreas dos aliados vão operar.

De acordo com especialistas da organização, as futuras ameaças e desafios vão além das fronteiras e, provavelmente, vão ter consequências de longo prazo para a paz, segurança e estabilidade na Europa atlântica. 

Além disso, o documento enfatizou que a aliança deve ser capaz de efetuar missões contra qualquer adversário.

Enquanto isso, a estratégia indica que as forças aéreas dos países da OTAN devem poder efetuar ações de combate em todas as regiões e condições, incluindo no espaço aéreo bem protegido.