Arábia Saudita e o Bahrein adicionaram nesta terça-feira o Corpo de Guardas da Revolução Islâmica do Irã (IRGC) às suas respectivas listas de terrorismo, informou a agência de notícias SPA.

Entre os nomes adicionados à lista está também o do major-general Qassem Soleimani, comandante da Força Quds, uma unidade das forças especiais do IRGC.

A designação implica o congelamento de todos os bens e propriedades do IRGC e a proibição de quaisquer transações com a organização e seus representantes, esclareceu o canal.

A decisão foi tomada pelas duas nações como parte de sua ação coletiva na qualidade de membros do Centro de Combate ap Financiamento do Terrorismo, co-fundado por Riad e Washington em 2017.

Mais cedo nesta terça-feira, os EUA e seus aliados do Golfo Pérsico impuseram sanções a oito indivíduos ligados ao Talibã no Afeganistão, incluindo dois oficiais da Guarda Revolucionária do Irã. Em particular, Mohammad Ebrahim Owhadi, (também conhecido como Jalal Vahedi) e Esmail Razavi,segundo o Departamento do Tesouro dos EUA.

Em julho, Qassem Soleimani respondeu às ameaças dirigidas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, ao líder iraniano, alertando que, se os Estados Unidos começassem uma guerra contra o Irã, o Irã sairia vencedor.


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