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O milho em Chicago fechou em alta nesta segunda-feira, dia 12. Após ser pressionado por um movimento de correção técnica, o mercado se recuperou, com base na boa demanda pelo cereal americano e também em meio aos receios em torno da safra argentina.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou a venda de 254,8 mil toneladas por parte dos exportadores privados para destinos não revelados. Outras 107,7 mil toneladas foram vendidas para o Japão.

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 1,376 milhão de toneladas na semana encerrada no dia 8 de março, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).Na semana anterior os embarques haviam atingido 979,5 milhões de toneladas.

Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 1,565 milhão de toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1º de setembro, as inspeções somam 20,323 milhões de toneladas, contra 28,924 milhões de toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Brasil
O mercado brasileiro de milho abriu a semana mantendo o cenário de preços bem firmes nas principais praças de comercialização. As ofertas de milho no mercado existem, mas a preços altos caso o comprador busque o abastecimento. De acordo com a Safras & Mercado, o preço do cereal em Campinas (SP) já chegou a ser comercializado por R$ 44,50.

De acordo com a XP Investimentos, na maioria dos casos em que o comprador voltou ao mercado, ele foi forçado a pagar ágio de R$ 1 a R$ 2 por saca. Intermediários e silos fazem consultas frequentes para novos negócios, mas também acabam desistindo para não trabalhar descasados. 


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