Veja quais são as notícias de destaque nos matutinos brasileiros

O Estado de S.Paulo destaca, na sua manchete, declarações do ministro Luiz Fux, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sobre o registro de candidatos condenados para as eleições de outubro. Fux afirmou que "o candidato condenado em segunda instância já é inelegível" e não terá sua candidatura confirmada pelo tribunal.

O ministro disse também que o político enquadrado na Lei da Ficha Limpa "não pode forçar uma situação" se registrando para se tornar um candidato sub judice. Segundo o jornal, o plenário do TSE deve se reunir para julgar o caso de Lula antes do início do horário eleitoral. "Condenado é inelegível, diz Fux?. É o que informa a manchete do Estadão.

Apesar da greve dos caminhoneiros e do acordo feito pelo governo há 60 dias em relação ao preço do diesel, O Globo afirma que o combustível ainda está mais caro do que deveria. Segundo o matutino, o acordo do governo custará R$ 13,5 bilhões aos cofres públicos e o valor que deveria ser de R$ 1,99 por cada litro de diesel está em R$ 2,03 por causa da cotação do dólar no período.

Mesmo com o subsídio do governo, o preço do diesel nas refinarias é maior agora do que com a antiga política da Petrobras. "País gasta R$ 13,5 bi, mas diesel custa mais caro", sublinha a manchete do Globo.

A Folha de S.Paulo apresenta dados do IBGE que apontam que 65,6 milhões de brasileiros com 14 anos ou mais estão fora da força de trabalho. O número de pessoas com idade para trabalhar que desistiu de procurar uma vaga no mercado de trabalho subiu 1,2% no segundo trimestre deste ano e preocupa especialistas.

Os dados do IBGE mostram o aumento do desalento, que é a desistência diante da situação econômica no país. Apesar dos números de desistências, a Folha mostra que o desemprego diminuiu e caiu de 13% para 12,4% no segundo trimestre deste ano. "Brasil tem 66 milhões fora da força de trabalho", destaca o título principal da Folha.

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