Candidato do PSL passou a manhã desta quarta (24) em casa, no Rio de Janeiro, onde recebeu produtores rurais e falou com eleitores por meio de redes sociais.

Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência da República, afirmou nesta quarta-feira (24) em publicação no Twitter que a agricultura familiar precisa ser protegida uma vez que é responsável por cerca de 70% produção do que é consumido no país.

Bolsonaro passou a manhã desta terça em sua casa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde recebeu representantes do agronegócio e falou com eleitores por meio de redes sociais.

De acordo com o presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Luiz Antônio Nabhan Garcia, o grupo foi até Bolsonaro defender a segurança jurídica para o setor produtivo, o direito à propriedade e discutiu a união dos ministérios da Agricultura com o do Meio Ambiente.

"Algumas demandas importantes, como segurança jurídica, a questão do direito de propriedade, temos que ter políticas agrícolas voltadas para quem realmente trabalha, temos que ter um BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] que realmente seja para todos e não só para alguns amigos do rei. Essas são as questões com as quais o Bolsonaro sempre se comprometeu com o setor produtivo", disse Nabhan Garcia.

No Twitter, o candidato também falou sobre infraestrutura. Ele disse que é preciso "desburocratizar, simplificar e pensar de forma estratégica" o setor para que ele deixe ser um "gargalo" para se "transformar em solução".

Ele citou o Fórum Econômico Mundial do ano passado e a posição do Brasil em relação a outros 136 países segundo Global Competitiveness Report de 2017.

"Segundo o Global Competitiveness Report de 2017 do World Economic Forum, a posição do Brasil em relação a de outros 136 países na eficiência de sua infraestrutura é: Ferrovias 88; Aeroportos 95; Rodovias 103; Portos 106 e sua qualidade de oferta de energia é 84", afirmou.

Segurança

Nos últimos dias, a segurança de Jair Bolsonaro foi reforçada. Uma câmera de vigilância foi instalada em frente ao condomínio dele e a escolta ampliada, com agentes do batalhão de choque da polícia militar.

Nesta terça-feira (23), o presidente do PSL, Gustavo Bebiano, disse que não houve ameaças, mas o número de policiais federais que acompanham Bolsonaro subiu de 25 para 30.

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