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Seguro residencial: vale a pena investir?

Ter uma casa própria é uma conquista desejável para a população como um todo, no entanto, se os cuidados básicos não forem tomados, esse sonho pode se tornar um grande pesadelo. Para reverter essa realidade, é possível contar com um seguro residencial.

Os seguros surgem como mecanismo de contenção de prejuízos, considerando que os imprevistos podem acontecer a qualquer momento e acabar impactando diversos setores, incluindo carros, imóveis e objetos pessoais.

Por esse motivo, mesmo que a ida para uma cidade vizinha seja através de van de viagem, as seguradoras recomendam a contratação de um seguro. Sendo fundamental estar sempre atento às cláusulas da apólice.

A apólice é o documento que se refere a um contrato de seguro, definido com uma combinação aleatória de números conforme a determinação da seguradora. Em outras palavras, a apólice é o tipo de contrato encontrado nos seguros.

Contextualizando com a realidade de residências, é possível notar que os lares são locais de conforto e descanso dos indivíduos. Aliás, por isso diversas pessoas fazem investimentos nas instalações de casa, como a limpeza de sofá de couro.

Como forma de evitar que esses investimentos sejam prejudicados diante de algum imprevisto, é válido contar com o apoio de um seguro residencial. 

Entenda o conceito de seguro residencial

O seguro residencial, assim como os outros tipos de seguro, é uma proteção que é aplicada a uma residência. A base de cálculo desse tipo de seguro é respaldada pela estrutura física e bens presentes no imóvel.

Um dos principais benefícios em contratar uma apólice para esse escopo é não só proteger o imóvel de possíveis acidentes e imprevistos, mas também contar com a assistência para reparos essenciais em uma casa, como:

  • Eletricista;
  • Chaveiro;
  • Encanador;
  • Reparos de aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos.

O tipo de assistência atendida, disponibilidade do serviço e o valor estipulado é determinado no momento de contratação, e varia em conformidade com a cobertura que uma apólice possui.

O colaborador de uma empresa especializada na instalação de tachão sinalizador sinaliza que é essencial contar com o apoio da mão de obra qualificada para determinar a cobertura de seguro residencial que mais se aplica à sua realidade.

Essa mão de obra qualificada deve ser compreendida como os corretores de seguros e funcionários da área comercial de atendimento e vendas em uma seguradora.

Por ser um segmento burocrático, repleto de procedimentos para evitar fraudes, exposições e minimizar os riscos, a área de seguros se apresenta como algo complexo para a população em geral, tendo em vista que essa não possui a expertise necessária.

No entanto, visando descomplicar o tema, fomentar os negócios e estimular a contratação de apólices, os profissionais da área são preparados para fornecer informações e analisar as necessidades de um segurado em potencial, ou seja, o cliente.

Na contratação de uma apólice para o seguro residencial em específico, os profissionais vistoriam a estrutura física do imóvel, bem como os itens que podem estar na cobertura no caso de indenização, como mesa e cadeira jantar.

Entendendo o seguro residencial na prática

Para contratar um seguro residencial, é preciso estar atento para determinados pontos. O primeiro deles é selecionar parceiros que demonstram confiança para o mercado. Isso vale tanto para a corretora, quanto para a seguradora.

Visando trabalhar com cotações assertivas, a recomendação é que a pessoa que tenha intenção de contratar uma apólice faça uma análise de pelo menos 5 seguradoras entre as mais confiáveis atualmente.

Ao solicitar uma cotação personalizada, o cliente em potencial terá em mãos informações sobre os preços praticados e o detalhamento da cobertura. O papel do corretor, neste sentido, é crucial.

Sobre a média de preços, a resposta principal é: depende. Isso porque a média de preços varia conforme o tipo de cobertura prevista, a valorização do imóvel, bairro e os itens pertencentes aos moradores da casa.

Isso significa que a média de preços encontrados para uma pessoa residente em um bairro nobre de uma cidade e que contenha na lista de itens a cortina com blackout, é diferente dos preços para o morador de uma fazenda em uma cidade afastada.

Mas, para manter o mercado aquecido e estimular os indivíduos a contratarem apólices, em um trabalho em equipe, as corretoras e seguradoras trabalham constantemente para tornar os preços mais atrativos, fornecendo coberturas a partir de um valor acessível.

É válido dizer que fatores como as oscilações macroeconômicas e o contexto de um imóvel surtem alterações nos valores praticados, logo, para obter uma cotação exata e que contemple indenização sobre piso ecológico drenante, é preciso contatar um consultor.

Tipos de cobertura

Um ponto importante na definição da apólice a ser contratada e os preços praticados é a cobertura descrita nas cláusulas. A determinação dessa esfera deve seguir em concordância com as preferências do segurado.

Conforme citado anteriormente, o ramo dos seguros é dotado de especificações as quais são adquiridas ao longo do tempo de convivência na área e com estudos dedicados. Isso significa que não é comum que a sociedade em geral tenha conhecimento.

Com a finalidade de trazer mais visibilidade sobre o tema e estimular a contratação de apólices, os especialistas reúnem as coberturas contempladas normalmente no mercado.

  1. Incêndio

Tendo em vista que a função principal de uma apólice de seguro é diminuir os prejuízos obtidos através dos imprevistos, e um dos acidentes mais frequentes nas residências e que está abarcado nas coberturas mais comuns, é o incêndio.

Esse imprevisto pode ter diversas motivações, como vazamentos, esquecimento de fogões ou fornos ligados, e até mesmo mau funcionamento de aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos.

No caso de sinistro, termo utilizado pelo mercado securitário e que se refere ao acontecimento dos acidentes e/ou imprevistos descritos nas cláusulas contratuais, há alguns tipos de cobertura de acordo com o cenário.

Em adição, por ser um mercado em pleno desenvolvimento, os profissionais e órgãos reguladores desenvolveram a chamada cobertura básica do seguro residencial, que é a proteção vigente em qualquer apólice residencial contratada.

A proteção básica prevê a cobertura em sinistros com causas originadas por incêndios advindos de raios e explosões. A indenização baseia-se no valor previsto pela apólice para sanar os prejuízos financeiros neste sentido.

  1. Roubo e furto

Com a explosão demográfica, a questão da moradia urbana se tornou extremamente sensível e atrelada a isso, e a desigualdade social resulta na marginalização dos indivíduos.

Essa sequência de acontecimentos resultam em fatos sociais, conforme citado por Émile Durkheim, esses fatos são ocorrências típicas da vida em sociedade, entendidos como crimes.

Entre os principais crimes encontrados nas cidades brasileiras, estão o roubo e furto de residências e de pertences achados nas dependências. Devido a frequência desses imprevistos no país, as seguradoras incluem também na cobertura de planos.

A proteção contra roubo e furto é uma medida de segurança para os moradores e proprietários de casas que foram subtraídas por criminosos, portanto, haverá indenização no caso de arrombamento, destruição e subtração de bens.

  1. Danificação da parte elétrica

As instalações elétricas de um imóvel são um dos principais pontos de atenção, considerando que boa parte das atividades básicas em um imóvel dependem diretamente da energia elétrica.

Para evitar dores de cabeça aos moradores e proprietários, as seguradoras disponibilizam cobertura para danos elétricos. Porém, é essencial que no momento da contratação da apólice, o segurado adicione os aparelhos conectados à energia elétrica.

A adição de aparelhos elétricos previstos na proteção do seguro impactam diretamente nos preços obtidos com os corretores. Somente assim é possível garantir indenização ou assistência para reparos em caso de sinistro.

O mesmo é válido para os seguros de comércios e estabelecimentos, se o desejo é obter indenização sobre porta de enrolar com portinhola, o segurado deve indicar a adição deste item.

  1. Desastres naturais

Apesar de existirem especialistas e estudos dedicados capazes de prever o acontecimento de desastres naturais, na maioria das vezes esse tipo de sinistro não está na alçada de agentes governamentais.

Logo, os policiais e bombeiros civis não conseguem impedir totalmente o acontecimento de desastres naturais, mas sim, proteger a vida dos cidadãos e atuar com políticas de contenção para diminuir os riscos.

Assim, esse é um outro tipo de cobertura que pode ser contemplado na contratação de uma apólice para seguro de casa. Essa proteção garante ao segurado a indenização se houver danos ao imóvel com origem em tornados, chuvas fortes e vendavais.

Por essa razão, se um segurado possui uma apólice residencial que contemple a cobertura em sinistros de desastre natural, ele está protegido e pode ter a indenização sobre a laje treliçada vão máximo e assistência para reparos.

Considerações finais

Contar com a proteção prevista na cobertura descrita nas cláusulas de uma apólice é garantir proteção sobre o grande investimento que uma casa própria exige.

Contudo, o seguro residencial deve ser entendido como um investimento adicional para os proprietários e moradores de um imóvel.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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